quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

3o Ano - BIOQUÍMICA DA CÉLULA



Lembre-se: 

Para estudar utilize os slides de aula como APOIO. 
Faça anotações em sala de aula.
Leia o livro no capítulo referente a cada assunto [em caso de dúvida veja o sumário de seu livro para localizar as unidades temáticas]


INTRODUÇÃO À BIOQUÍMICA CELULAR & ÁGUA

SAIS MINERAIS

CARBOIDRATOS

VITAMINAS

1o ANO - Características dos seres vivos

1o ANO - Características dos seres vivos

Lembre-se: 

Para estudar utilize os slides de aula como APOIO. 
Faça anotações em sala de aula.
Leia o livro no capítulo referente a cada assunto [em caso de dúvida veja o sumário de seu livro para localizar as unidades temáticas]

http://www.mediafire.com/view/?i1anq7nu8dpbbt1

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Atividade 3o ano - ÁGUA & HIPONATREMIA



1] Faça a leitura prévia de um dos textos indicados abaixo.


Texto 02: Hiponatremia em Recém-nascidos [artigo científico em http://www.pediatriasaopaulo.usp.br/upload/pdf/337.pdf]

Texto 03: Hiponatremia em Atletas [Texto virtual em http://www.gssi.com.br/artigo/112/hiponatremia-em-atletas]



2] Formar equipes com até 4 participantes. Cada participante deve ter lido pelo menos um dos 4 textos. Cada equipe deve responder 5 questões, sendo obrigatória a participação de cada membro na elaboração de pelo uma das respostas propostas. Obs: a questão 5 será igual para todos os grupos. 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

3o ANO - BEBA ÁGUA


Fonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0356/corpo/beba-agua-715868.shtml?origem=especial-verao 


Beba água

Dois litros por dia são imprescindíveis para um organismo saudável e bem hidratado. É o que todo mundo diz. Fomos investigar se precisamos mesmo de tudo issoSugestão da leitora Rosângela Santana Dias, de Aracaju, SE
E de tanto ser repetida, a ladainha se transformou em um dogma quase incontestável. Por isso SAÚDE! resolveu passar essa história a limpo — e com um respeitável time de especialistas. Primeira pergunta: como se chegou a essa quantidade de 2 litros? "O corpo de um adulto gasta em 24 horas uma média de 2 litros de água em funções como digestão, respiração, transformação dos nutrientes em energia e também por meio do suor e da urina", contabiliza a nutricionista Tânia Rodrigues, da RG Nutri, em São Paulo. E é desse cálculo de gastos que vem a quantidade de água preconizada.

A idéia é manter a homeostase do corpo, que é o seu estado de equilíbrio. Em outras palavras, o que foi consumido precisa ser reposto. Essa é a tese. Porém, avisam os experts, não convém generalizar. "Cada pessoa deve beber a quantidade adequada para o seu caso e o seu estilo de vida. Afinal, o metabolismo, a estrutura corpórea, o tipo de exercício físico e até o clima são variáveis que precisam ser levadas em conta", lembra o fisiologista Paulo Zogaib, do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, que também é especialista em medicina esportiva. "Há muita diferença entre o gasto de água de quem vive andando na rua e o de uma pessoa que trabalha sentada", compara ele.

Como nem todo mundo se dá ao luxo de uma consulta para calcular o gasto diário de líquido, os médicos utilizam, por segurança, a porção de 1 a 2 litros como parâmetro. "Para definir com mais precisão a quota ideal, a pessoa deve se pesar no começo do dia e depois de duas horas de trabalho. A diferença representa o quanto foi consumido de água nas funções rotineiras", explica Paulo Zogaib. Exemplo: se você perdeu 60 gramas, vai ter que repor 60 ml de água. Ou seja, a cada grama corresponde 1 mililitro. Como um copo de água equivale a cerca de 200 mililitros, faça a conta. "Quem pratica atividade física deve subir na balança antes e depois da malhação. E, se beber água nesse período, tem que deduzir a quantidade ingerida do resultado final", avisa Flávia Abdallah, nutricionista do ambulatório de medicina esportiva do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Na teoria é tudo muito fácil. Basta calcular a média de líquido gasto em um dia e repor esse volume. Nem mais nem menos. Nessa conta — o que complica a prática —, some também a água embutida em outras bebidas, como sucos, e nos alimentos. Para dar uma idéia, uma fatia de melancia tem 90% de pura água. "Quem tem uma dieta balanceada e não faz exercício pode cortar aquela recomendação de 1 a 2 litros pela metade", diz Tânia Rodrigues.

De qualquer modo, o corpo dispõe de um mecanismo natural, a sede, que evita a desidratação. "É ela que deve regular o volume a ser ingerido por um indivíduo em condições normais", afirma a nefrologista Ita Pfeferman Heilberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mas esse é um ponto em que as nutricionistas ouvidas pela reportagem discordam a uma só voz: não devemos esperar que o corpo dispare o sinal de alarme. Sobrou para Paulo Zogaib a missão de encontrar o meio-termo. "De fato, a sede não é o melhor parâmetro. Mas, se um indivíduo normal se basear nesse aviso para se hidratar, não haverá problemas", opina. A cor da urina também é um bom indicador. Se ela estiver bem clarinha, a hidratação está em dia.

Uma coisa é certa: água de menos faz mal. "Quando a desidratação é leve, a evacuação fica mais difícil e o volume de urina diminui", explica Tânia Rodrigues. "Num segundo momento, a pele, os cabelos e os olhos ficam ressecados. O próximo sinal de que o corpo pede água é o aumento do cansaço e da sonolência, a diminuição no poder de concentração, indicando também uma queda no fluxo de oxigênio", acrescenta.

Muita gente relaciona a presença de pedras nos rins em pessoas sem histórico desse mal com o baixo consumo de água no dia-a-dia. Nada a ver. "O papel do líquido é curativo em quem já sofre com os cálculos. Esse indivíduo, sim, deve beber muita água para que ela dissolva os sais da urina e evite uma piora do quadro", diz o urologista Eric Roger Wroclawski, da Faculdade de Medicina do ABC, na Grande São Paulo. Ele, no entanto, faz uma ressalva: quem tem pedras nos rins não deve beber muita água em plena crise. "No caso de uma cólica, o excesso de líquido só piora a situação. A água fará com que ele fique inchado e o desconforto aumente", explica.

Se é verdade que a falta de líquido pode prejudicar o organismo, também é certo que o excesso não é nada bom. "Água demais pode sobrecarregar o sistema urinário", diz Wroclawiski. "O indivíduo acaba tendo que pôr a sobra para fora e a urina leva embora uma quantidade muito grande de sais minerais, vitaminas do complexo B e sódio", acrescenta Tânia Rodrigues. O problema é determinar quando se está ultrapassando demais o seu limite. Por enquanto não há um consenso. "Cerca de 3 litros ou 50% acima do que foi perdido já é excesso", opina Tânia Rodrigues. Flávia Abdallah pensa diferente. "Ninguém vai ter problema sério se beber até 8 litros. De qualquer forma, a hiper-hidratação é muito incomum", tranqüiliza ela. Verdade. Quem consegue engolir tanta água?

O corpo humano é composto de 70% a 75% de líquido. Se considerarmos uma pessoa com 70 quilos, isso equivale a 49 litros de água. E todo dia esse indivíduo perde... ...cerca de 3% pela urina ...mais 0,8% na transformação dos nutrientes em energia ...mais 0,6% pelo suor ...e 0,5% na respiração

Bebeu? Encha a cara... de água
É a mais pura verdade a história de que o precioso líquido diminui a ressaca. No dia seguinte ao porre, o corpo, principalmente o fígado e os rins, fica intoxicado com o álcool. Daí vem aquele mal-estar, acompanhado de um gosto ruim na boca e da sensação de que a cabeça vai explodir. "Quando tomamos muita água, os rins são obrigados a filtrar o grande fluxo de líquido e isso dilui o álcool que está concentrado, diminuindo os sintomas", explica Tânia Rodrigues.

Atletas em perigo
Um estudo publicado recentemente pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e amplamente divulgado pela imprensa, deixou muita gente com medo. Ele dava conta de que água em excesso pode causar hiponatremia, distúrbio que provoca inchaço do estômago, vômito, fadiga extrema, perda de concentração e até a morte. Trata-se de uma combinação perigosa: a perda de sódio pelo suor exagerado durante a prática de esporte e a ação da água em abundância, que dilui ainda mais a substância. Déficit de sódio é coisa séria. O mineral mantém o volume dos líquidos corporais, atua na contração muscular e ajuda a absorver a glicose. A notícia deve alterar os conceitos de hidratação dos atletas — e só deles. Quem faz atividade física normal não corre esse risco, até porque dificilmente vai tomar baldes de água, como fazem os esportistas.

Hidrate seu filho
As crianças, principalmente, precisam repor a água perdida. No caso dos bebês de até 6 meses, o leite materno é suficiente para garantir a hidratação. Já os maiorzinhos precisam, sim, beber água. Em que quantidade? "Até a adolescência, a necessidade diária varia de 500 mililitros a 1 litro", responde Tânia Rodrigues. Não tem erro: de novo, a cada grama de peso corresponde 1 mililitro de água. Então, se quiser seguir a cartilha da boa hidratação, você tem que pesar seu filho logo ao acordar e depois de algumas horas de atividade. Mas, convenhamos, dá trabalho. Não precisa chegar a tanto. "Basta oferecer água sempre, pois os pequenos correm mais riscos de uma desidratação, já que estão em crescimento, são muito ativos e nem sempre se lembram de pedir água", diz Tânia.

domingo, 27 de janeiro de 2013

1o ANO - AULA 01 - INTRODUÇÃO À BIOLOGIA


Slides da 1a aula. 

Lembre-se os slides são apenas "lembretes", não representam todos os assuntos discutidos em aula. 

Podem ser utilizados para estudo, mas devem ser complementados com as anotações de caderno e tópicos do livro adotado. 

Sugestão: Faça uma cópia do tipo "3 slides" [veja na configuração na impressão] com espaço para anotações. Desta forma você poderá levar os slides para a aula com espaço para completar as informações. 



Link: http://www.mediafire.com/view/?qpqkqrrkl2upwp7

terça-feira, 18 de setembro de 2012

LACRE DA LATA DE REFRIGERANTE


Após a polêmica da palestra de hoje, resolvi dar uma vasculhada em ARTIGOS CIENTÍFICOS do assunto.

Tomem cuidado ao usar o google pois virá uma avalanche de blogs, sites, vídeos e afins sobre as campanhas  do anel da latinha.

Fiz um "copiar / colar" de um artigo que pode ser lido na íntegra aqui: http://www.quimica.net/emiliano/artigos/2006set_refrigerante.pdf


Latinhas de alumínio, lacres que não têm valor e latinhasque gelam ‘sozinhas’! 

O alumínio é o metal mais abundante na crosta terrestre (8,13 %) e, logo após o oxigênio 
e silício, é o terceiro elemento mais abundante. Devido à elevada afinidade com o oxigênio, não é 
costume encontrá-lo como substância elementar, mas em formas combinadas, tais como óxidos e
silicatos. Na indústria, o principal minério utilizado para a obtenção de alumínio é a bauxita, constituída por uma mistura de óxidos e sais do metal. Devido as suas propriedades, como maleabilidade
(pode-se laminar o alumínio com espessuras bem finas em comparação às latas de aço – com 1 kg
de alumínio se faz, aproximadamente, 70 latas de refrigerante de 350 mL) e resistência à oxidação
(potencial de redução relativamente alto), o alumínio é a matéria-prima mais utilizada na produção 
de latas para refrigerantes e cervejas no mundo. No Brasil, as latas de alumínio são recentes, as 
quais  chegaram ao mercado brasileiro em 1989. Hoje, a produção mundial anual ultrapassa 200
bilhões de latas de alumínio. 
O salto que o alumínio trouxe para a industria de refrigerantes, permitindo um índice de 
quase 100 % de reciclabilidade, talvez somente seja superado quando se difundir, em todo mundo, 
a tecnologia que a  empresa Tempra Technology desenvolveu recentemente. Imagine a seguinte
                                                          
4
Há vários sistemas tamponantes em nosso organismo. Dentre eles, podemos destacar a hemoglobina, fosfato e 
bicarbonato.
p. 8 F A L A N D O   S O B R E   C I Ê N C I A   C O M   U M A   L A T I N H A   D E  R E F R I G E R A N T E !  
situação: você se encontra em meio ao deserto de Saara, as duas da tarde, sem 
nenhum  equipamento refrigerador e energia elétrica, mas somente com a 
posse de uma latinha I.C. Can™ (Instant Cool Can). Seria possível tomar este
refrigerante gelado? Com a tecnologia ‘instant cool’ isto é possível sim! Trata-se
de uma latinha que, simplesmente, ‘gela sozinha’! Segundo o website da empresa Tempra Technology, há um dispositivo que é  ativado assim que  a lata é 
aberta. A empresa informa que, em três minutos, há um resfriamento de, aproximadamente, 16 °C. 
Para saber mais detalhes, visite o website da empresa.  
Tomara que um empresário leia este texto e traga esta tecnologia para o Brasil. Sem dúvida, a redução nos custos com energia elétrica no resfriamento das bebidas seria um bom motivo 
para implementá-la, ainda mais em um país predominantemente tropical como o nosso. 
Não resisti em fazer um comentário neste artigo a respeito dos lacres das latas. Recentemente minha sogra começou a guardar os lacres do sistema de abertura stay-on-tab (anel “preso à 
tampa”) das latas de refrigerante que consumíamos. Eu já havia acostumado a atender aos alertas
de ‘não esquece o lacre Emiliano!’ quando comecei a pensar sobre o assunto. Solicitei mais detalhes e ela explicou-me que ‘tinha ouvido falar’ que estes lacres valiam
muito dinheiro, algo em torno de R$ 300,00 por quilograma reunido.
Conversei com outras pessoas do meu círculo de amizades e confirmei a história. Só que, como eu já esperava, ninguém sabia dizer-me
exatamente quanto valiam os tais lacres e quais seriam os supostos
compradores ou pontos  de  compra que pagariam a tão almejada 
‘fortuna’.  
Acessei o website da ABAL (Associação Brasileira de Alumínio) e comprovei a suspeita de farsa. Trata-se de um hoax, boato
ou ‘brincadeira’ em inglês, que a muito tempo circula na Internet. O 
lacre não tem nada de especial e é mentira que se trata de uma liga de
ouro, prata e alumínio. Como outros hoax que circulam na Internet
sobre os refrigerantes (como aquele em que se fala dos malefícios que
os ácidos dos refrigerantes  geram aos nossos ossos),  este não deve s
Bem, agora quero ver como explico isto a minha sogra sem que ela fique brava. Já havíamos conseguido juntar um montante considerável  destes lacres. Talvez eles sirvam para fabricar alguma
obra de arte ou enfeite. Tenho que pensar em algo rapidamente, antes que ela leia este artigo! 


No site http://www.sucatas.com/curiosidades.shtml achei algumas coisas legais:


  • 1] Devido ao tamanho reduzido, muitos deles podem se perder antes de chegar ao local onde serão reciclados.
  • 2] No processo de reciclagem da lata, elas são peneiradas e a chance de anéis soltos acabarem indo junto com a areia/terra da limpeza é muito grande.
  • 3] Aumentamos a chance de reduzir o rendimento da reciclagem nos fornos, isso porque como a liga do qual é feito o anel contém alto teor de magnésio e o magnésio tem maior potencial de oxidação que o alumínio, se ele (o anel) não estiver junto com a lata, isso torna mais fácil sua oxidação no forno.
  • 4] Pelo fato de a liga de alumínio que reciclamos ser utilizada apenas para fazer o corpo da lata e ter teor de magnésio menor que a dos anéis, o uso apenas do anel no processo  de reciclagem pode contaminar o alumínio reciclado, pois o teor de magnésio fica acima  do desejado, assim o material fica contaminado ou “fora das especificações”.
  • 5] Pelas razões acima, o alumínio dos anéis, quando vendido separado, tem menor valor comercial do que as latas inteiras, ou seja, vale menos! (Pasmem)
  • 6] Pior ainda que as razões acima, é a frustração de ter tido o trabalho para ter a latinha na mão, arrancar o anel, guardá-lo e depois descobrir que ele não vale mais que a lata, ao contrário, com muito menos latas você consegue a mesma coisa. Se a intenção é ajudar alguém a ter uma cadeira de rodas, saibam que juntando as latinhas com anéis você precisará de 6.020 latas, mas para conseguir a mesma cadeira de rodas só com anéis, você vai precisar de 286.667 deles! Com 70 latas você tem 1kg, para ter 1kg em anéis são necessários 3.333 anéis!!!”



  • Finalmente no site da Associação Brasileira do Alumínio http://www.abal.org.br/faq/faq.asp você poderá perguntar diretamente ao técnicos e especialistas sobre os mitos e verdades do assunto.